Perfenazina (Dosagem)

A perfenazina é um medicamento antipsicótico típico, um inibidor dos receptores de dopamina. É utilizado no tratamento da esquizofrenia, ansiedade, depressão ou distúrbio bipolar, entre outros. O perfil genotípico do gene CYP2D6 pode ser de alta relevância clínica quando se prescreve uma dose apropriada para o paciente.

Perfenazina é um antipsicótico de primeira geração com efeito antidopaminérgico, estimula a produção de prolactina, antiemético, anticolinérgico, sedativo e bloqueador alfa-adrenérgico.

A droga é um antipsicótico neuroléptico de alta potência. Perfenazina tem menos poder sedativo do que a clopromazina e maior frequência de sintomas extrapiramidais.

CONTRAINDICAÇÕES

Não administrar em pacientes com alergia a fenotiazinas.

Não administrar em situações de depressão, coma e feocromocitoma do SNC (sistema nervoso central), devido ao risco de exacerbação e hipotensão.

PRECAUÇÕES

Insuficiência cardíaca, diabetes, asma ou DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), epilepsia, depressão, glaucoma de ângulo estreito, hipertrofia prostática, retenção urinária, insuficiência renal, insuficiência hepática, parkinsonismo, exposição a temperaturas extremas, risco de síndrome maligna neuroléptica (NMS), hepatotoxicidade em crianças (síndrome de Reye).

Perfenazina prolonga o intervalo QTc com risco de ocorrência de "Torsade de Pointes".

Não recomendado para crianças menores de 12 anos. Nos idosos, há maior predisposição para hipotensão ortostática, efeitos anticolinérgicos e discinesia tardive.

EFEITOS SECUNDÁRIOS

Muito comum: sonolência e sedação.

Boca seca, visão turva, retenção urinária, constipação, pseudoparkinsonismo, distonia e fotosensibilidade.

INTERAÇÕES FARMACOLÓGICAS

A ingestão de perfenazina aumenta a toxicidade do álcool, dos antidepressivos tricíclicos (ACT) e dos antidepressivos SSRI (como a fluoxetina e a paroxetina).

Perfenazina diminui o efeito dos antidiabéticos devido à sua ação hiperglicémica.

O efeito da perfenazina é diminuído pelo dissulfiram.

Antagonismo mutual com levodopa.

NOME DA MARCA

  • Decentan ®

Genes analisados

CYP2D6

Bibliografia

Ozdemir V, Bertilsson L, Miura J, Carpenter E, Reist C, Harper P, et al. CYP2D6 genotype in relation to perphenazine concentration and pituitary pharmacodynamic tissue sensitivity in Asians: CYP2D6-serotonin-dopamine crosstalk revisited. Pharmacogenet Genomics, 2007; 17(5):339–47.

Dahl M-L. Cytochrome p450 phenotyping/genotyping in patients receiving antipsychotics: useful aid to prescribing? Clin Pharmacokinet, 2002; 41(7):453–70.

Zhou S-F. Polymorphism of Human Cytochrome P450 2D6 and Its Clinical Significance. Clin Pharmacokinet, 2009; 48(11):689–723.

Samer C.F., Ing Lorenzini, K, Rollason V, Daali, Y and Desmeules, J. A. Applications of CYP450 Testing in the Clinical Setting. Mol Diagn Ther, 2013, 17:165–184.

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